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Trabalhar em espaços abertos pode ser uma experiência bem interessante e promover maior criatividade e inovação entre as equipes. Por outro lado, é preciso estar atento aos riscos desse modelo. Recentemente, publiquei um novo artigo no blog da Harvard Business Review Brasil, no qual apresento opiniões de profissionais que atuam em escritórios open space. Você já teve essa experiência? Clique no link e registre sua opinião.
Harvard Business Review

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Em momentos de eleições políticas, é comum ter dúvidas sobre qual candidato escolher. Para promover uma reflexão que facilite sua escolha, a Coaching News apresenta uma edição especial sobre liderança.

Clique no link – Coaching News e veja as dicas sobre liderança e os principais eventos de coaching nos próximos meses.

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Você tem sonhos, desejos, metas?

Se fizermos esse questionamento para algumas pessoas com quem convivemos, iremos perceber que a grande maioria sabe o que quer e sabe, ainda melhor, o que não quer. É verdade que algumas delas podem estar se sentindo perdidas, ainda que seja uma fase de incômodo ou frustração, mas, ainda assim, elas têm alguns objetivos bem claros.

Tenho percebido, em conversas de coaching ou bate-papos informais, que a maior dificuldade daqueles que almejam uma mudança profissional ou de vida encontra-se em um momento posterior à fase de identificação da meta. Alguns se arrepiam só de pensar que após o planejamento, em algum momento, deverão partir do plano, dos ensaios, da preparação, do treinamento rumo à concretização.

Abordei essa situação no livro “Coaching: Grandes mestres ensinam como estabelecer e alcançar resultados extraordinários”, do qual sou co-autora. No capítulo sobre coaching para retenção de talentos, afirmo que “uma brilhante estratégia conta pouco se a instituição não conseguir transformar os planos em ação”. No entanto, percebo que tal dificuldade abrange diversas situações, inclusive na esfera individual. As pessoas, de modo geral, têm permitido que o medo seja maior que o desejo de alcançar o futuro desejado. Enfraquecidas, optam, inconscientemente, pela procrastinação e acabam abrindo mão dos seus sonhos. É preciso coragem para desafiar a si mesmo rumo aos seus verdadeiros propósitos. Quem quer se superar, precisa correr riscos, ainda que, meticulosamente, calculados.

Um amigo e coach muito querido, o José Eduardo Amaral, gosta de repetir uma frase: “O sapinho precisa saltar”. Seja o sapinho, o peixinho, ou qualquer outra figura que te represente, ela precisa acreditar em si mesma e avançar.

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Com o objetivo de promover um debate aberto sobre Coaching, extensivo a comunidade, coaches de diferentes escolas responderão questões que ainda geram dúvida, principalmente, para o público leigo no assunto.

Traga suas dúvidas, e venha participar conosco do talk show que acontecerá no Teatro do Brasília Shopping, na próxima terça-feira, às 19h30.

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Recentemente foi publicado no blog da Harvard Business Review, uma fábula que escrevi com a finalidade de promover uma reflexão sobre gerentes desejosos por um salário melhor, poder e status que assumem postos de gestão, sem desenvolver as competências necessárias. Veja mais em: Harvard Business Review e deixe seu comentário.

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Fui para Quito e Cuenca, em 2012. Fazia tempo que eu queria compartilhar as histórias sobre o Equador, mas a correria do dia-a-dia não deixava espaço para que eu revivesse essas memórias. Nos últimos dias, encontrei uma amiga que me disse: “Gostaria que me contasse sobre o Equador. Estou indo para lá”. A vontade de ajudá-la a se divertir tanto quanto eu, fez com que eu elaborasse esse post. Hoje falarei sobre Quito e outro dia comentarei especificamente sobre Cuenca e seus arredores.

Parque Vulqano

Quito é um local interessante para visitar sozinho, acompanhado, com crianças ou com os pais. Foi fundada sobre as ruínas de uma cidade inca e fica em um vale na cordilheira dos Andes. Por todos os lugares que se anda, a vista é linda. Para apreciar ainda melhor a paisagem, vale à pena fazer o passeio de teleférico e apreciar a beleza da cidade do alto do Mirante Cruz Loma. Perto do teleférico tem um parque de diversões, o Parque Vulqano. Para quem vai com crianças, vale à pena separar umas horinhas para a brincadeira.

Centro histórico de Quito

O centro histórico colonial foi um dos primeiros patrimônios culturais da humanidade, tombado pela Unesco em 1978. Várias placas pela cidade indicam a localização dos pontos turísticos. Ainda assim, é possível contar com a cordialidade dos equatorianos e pedir informações, se precisar. As igrejas, misturam influências espanholas, italianas, mouras e indígenas. As mais visitadas pelos turistas são: Igreja da Companhia de Jesus, São Francisco e a Basílica del Voto Nacional. Os parques La Carolina ou Metropolitano são outras opções de conexão consigo mesmo.

Vista Hermosa - Café Mirador

A batata, o milho e a banana são ingredientes básicos da culinária andina. A maneira de prepará-los é bastante peculiar. O “plátano verde”, por exemplo, é uma variedade de banana um pouco mais ácida e dura do que a conhecida no Brasil, e é, normalmente, saboreada frita e crocante.

Por falar em gastronomia, o bairro boêmio Mariscal, além de animado, conta com vários bares, cafés e restaurantes. O Café Mirador Vista Hermosa sabe combinar boa comida, música ao vivo e uma vista espetacular para o centro da cidade.

Parque Condor

Nos arredores de Quito são várias as opções de passeios. É interessante visitar a feira indígena de Otavalo, cerca de 95 quilômetros de Quito, e levar dinheiro para facilitar as compras. Ponchos de lã de alpacas feitos à mão, luvas, cinturões de pano coloridos, mantas e até joias feitas com pedras semipreciosas podem ser encontradas no local. Os produtos são bonitos, de boa qualidade e com preços negociáveis.

Mitad del Mondo


Próximo de Otavalo, existem outros locais espetaculares: Cuicocha, um lago formado em uma cratera, um verdadeiro convite para a contemplação e o Parque Cóndor que, num cenário natural estonteante, exibe várias aves de rapina resgatadas e protegidas.

Espetáculo de dança andina

A Mitad del Mundo é um passeio imperdível e com várias curiosidades. É importante ter tempo para visitar os museus, ouvir os guias e assistir as apresentações de dança. O passeio, apesar de longo, pode incluir as crianças, pois os guias contam histórias, fazem brincadeiras e as entretêm com jogos divertidos. Independente da idade, todos se divertem na linha do equador, na latitude 0º0′0′′ e posando para fotos. É possível almoçar no local e deliciar alguns pratos típicos da gastronomia equatoriana.

São várias as opções de passeios em Quito ou em seus arredores. Alguns dos locais recomendados pelos turistas são o Lago Quilotoa, os vulcões Cotopaxi e Tungurahua.
Para quem quiser visitar Quito, vale à pena pesquisar outros blogs, revistas, jornais, sites oficiais e identificar as melhores alternativas de passeios, considerando a estação, o tempo que ficará na cidade e suas prioridades.

Selecionei alguns links:
Blog MMTGapnet
O Globo
Quito

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Vários profissionais tornam-se coaches e depois se deparam com várias dificuldades, entre elas “como cobrar” pelo serviço. Ciente dessa dificuldade comum para vários colegas que estão ingressando nessa atividade e atendendo aos pedidos de alguns deles, resolvi apresentar as formas utilizadas por mim e por outros master coaches.

De modo geral, a maioria dos coaches cobra um valor fixo por sessão, assim como fazem os médicos e psicólogos, e o pagamento é realizado seja no início ou no final de cada encontro. Há, também, quem ofereça a opção de pagamento para um pacote de dez encontros, recebe o valor total antecipadamente e oferece um desconto, o qual varia entre 5% e 10%. Outra modalidade, entre as mais conhecidas, é estabelecer, como nas academias de ginástica, um valor fixo por mês, referente a uma, duas horas por semana ou agenda livre, ou seja o cliente marca a consulta sempre que precisar dentro daquele mês.

É importante ressaltar que alguns coaches iniciantes, assim que terminam o primeiro curso de formação, esperam cobrar o mesmo valor de coaches experientes. No entanto vale lembrar que seus clientes avaliam os resultados, também, levando em conta o valor que pagaram, ou seja quanto mais caro for seu serviço mais seu cliente cobrará do seu desempenho. Para gerar maior credibilidade no seu trabalho, vale à pena aumentar seu preço de acordo com o valor real do trabalho ofertado.

Os reajustes podem acompanhar índices inflacionários, preços de mercado e sua própria maturidade profissional que será adquirida através de investimentos em novos cursos, livros técnicos, pesquisas e sua prática profissional comprovada. Cobrar um valor justo é recompensador. Eu, por exemplo, adoro ouvir dos meus clientes que aquilo que me pagam é uma verdadeira pechincha comparado aos benefícios que recebem por meio de aumento de salários, premiações por resultado ou, ainda, por outros ganhos mais difíceis de medir, porém perceptíveis, tais como: melhor diálogo com os filhos, relação de maior afeto com o marido ou esposa, paz interior, entre outras.

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Gestão por processo é um modelo já bastante conhecido no ambiente corporativo. Uma de suas grandes vantagens, além de deixar bastante claro quais são os processos e os responsáveis por cada um deles em uma empresa, é a descentralização de tarefas. Empresas públicas e privadas têm apostado nesse tipo de mudança de cultura e têm percebido vantagens. A Natura, por exemplo, aumentou sua lucratividade e reduziu, sensivelmente, o número de reclamações. O Departamento Nacional do Sesi, também, apostou nessa abordagem para atuar de forma mais efetiva com suas unidades regionais. Apesar desses e outros tantos exemplos, muitas empresas, além de manterem um modelo extremamente hierárquico, não sabem com quem está a bola, ou seja, quem é responsável por um gargalo em seus processos. A ausência de tal detalhamento afeta diretamente nos resultados da empresa e no nível de satisfação e encantamento dos seus clientes.

Em tempos de Copa do Mundo, é importante lembrar que a bola não pode ficar parada, ela precisa passar entre os pés dos jogadores da equipe até chegar no gol. É preciso driblar o time adversário, ou seja, seus concorrentes. É preciso passar a bola de forma estratégica.

Na gestão por processo, a visão da estratégia empresarial é o cerne de um bom trabalho. Os mapeamentos e as modelagens dos processos visam o aprimoramento do trabalho que é realizado por uma equipe, na qual cada grupo de profissionais tem suas responsabilidades definidas.

Como no futebol, a marcação de um gol é resultado não apenas do chute do atacante, mas do time que soube manejar cada etapa do processo.

O trabalho do líder de processos, assim como do técnico de futebol, é fundamental, pois ele define e redefine as marcações, acompanha cada passo desse movimento e quer ver gol, quer ver resultado. A sua liderança é importante para promover sinergia, motivação, empoderamento, vontade de fazer a diferença e de gerar a máxima satisfação para os públicos-alvo. O seu papel é como aquele do líder-coach. Aliás, no ambiente futebolístico, o treinador de futebol ou técnico é chamado de coach, pois ele precisa entender tanto do aspecto estratégico e tático como do comportamento de seus jogadores e até mesmo dos adversários.

Continuando a analogia com o futebol, o cliente é o torcedor. Ele deseja que suas expectativas sejam atendidas. Sua contribuição, também, é importante, pois assim como o técnico, o torcedor detecta as falhas do jogo, os problemas nos fluxos operacionais e percebe soluções para a melhoria nos próximos lances. Assim sendo, além de fazer gestão por processo é importante ouvir os clientes, é preciso rever os processos, minimizar os riscos e buscar, seja no campo ou nas empresas, acertar a bola na rede.

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Fotos: Globo Esportes e CBF.

Ontem o jogo da Copa do Mundo, Brasil e Chile, exigiu muito controle emocional, tanto dos torcedores como dos jogadores. Durante os primeiros noventa e poucos minutos, além de sofrer pela grande disposição dos chilenos, os brasileiros ainda enfrentaram uma arbitragem um tanto deficitária, que anulou um gol, aparentemente, válido do Hulk. O placar de 1X1 no tempo normal levou os dois times para a prorrogação. Como o resultado manteve-se inalterado pelos sucessivos trinta minutos, o cenário ficou ainda mais dramático, pois o jogo iria ser decidido pela disputa dos pênaltis, onde a sorte ou o azar costumam se tornar os protagonistas principais, podendo ser até mais determinantes do que a habilidade técnica dos próprios jogadores. No entanto, nesse desafio esportivo, bem como para muitos outros desafios da vida, o que faz a diferença é a capacidade de concentrar outras forças além da física, apelando principalmente para o poder da mente, do caráter e da fé.

Nesse sentido, os componentes do time brasileiro (incluindo a equipe técnica) demostraram uma grande capacidade de empoderamento individual e coletivo, dando força um ao outro para enfrentar uma situação muito desafiadora. Entre todos, quem mais se destacou foi o goleiro Júlio César. Ele vinha amargando um sentimento de culpa por não ter conseguido defender um gol da Holanda na Copa de 2010. Depois de anos de grande sucesso, no clube da Internazionale de Milão, ele passou por um período ruim e chegou até a ficar sem clube no último ano. Felipão, o treinador da seleção brasileira, surpreendeu muitos, ao persistir acreditando em sua capacidade profissional, escalando-o como goleiro titular. No entanto, no jogo de ontem, Júlio César transformou-se no grande “salvador da pátria”. Fez excelentes defesas durante o jogo e ainda defendeu dois pênaltis, o que foi decisivo para colocar o Brasil nas quartas de final.

O que mais existia por trás da força e da garra de Júlio César? Antes de começar a disputa dos pênaltis, ele sentiu mais uma vez o peso da responsabilidade recair sobre suas costas, pernas e braços. Nessa hora, houve várias e intensas demonstrações de apoio e carinho por parte dos membros da seleção brasileira. O goleiro reserva Victor deu para o Júlio um terço abençoado recomendando que ele colocasse atrás da linha do gol para dar sorte. Um círculo de apoio foi formado por todos os integrantes da equipe e o Júlio foi abraçado por David Luiz, Fernandinho, Henrique, Fred, Marcelo e outros jogadores. Marcelo ainda colocou a mão no peito do amigo e repetiu: ”É você! Você é o cara!” A torcida no estádio em Belo Horizonte, não perdeu sua fé e continuou gritando: “Eu acredito!”

O final dessa história você já conhece. Empoderado pela equipe, com espírito renovado, Júlio Cesar enfrentou os pênaltis com a máxima concentração de forças físicas e mentais. Defendeu dois, quase defendeu outro, e aonde não chegou o corpo do goleiro, a fé da nação na vitória brasileira prevaleceu, estampando a bola naquele poste próximo ao terço, para enfim expulsá-la para bem longe. De todos os cantos do Brasil, os gritos de comemoração da torcida se uniram àqueles do Júlio e do time.

Que o exemplo da história do Júlio César possa servir para todos nós! Precisamos acreditar mais nas nossas próprias capacidades e apoiar uns aos outros quando precisamos de força para mudar o jogo e vencer.

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Willemstad - Punda

Curaçao ou Curaçau é um país autônomo constituinte do Reino dos Países Baixos, cuja capital é Willemstad.

O local colorido por suas casas em estilo holandês também é multicultural. As pessoas falam holandês, inglês, espanhol, um pouco de português, além do idioma local que é o papiamento, uma mistura interessante destas línguas.

Além da beleza das praias, principalmente pelo encontro do Oceano Atlântico e o mar do Caribe que une diferentes tons de azul, Curaçao tem, nesses dias, uma característica especial: é Copa!

A multiculturalidade é exposta nos carros, geralmente, exibindo nas janelas bandeiras de dois países, principalmente, Brasil e Holanda. As preferências são perceptíveis no vestuário dos torcedores: os holandeses vestem laranja até mesmo nos dias que seus conterrâneos não estão em campo.

A animação é certa. Em todos os bares e restaurantes não tem um, mas vários televisores transmitindo os jogos de futebol. Até mesmo nas praias, as barracas estão preparadas para o espetáculo e, também, para a festa dos torcedores antes, durante e depois dos jogos. A transmissão é feita em holandês e papiamento pelos canais Tele Curaçao e ESPN2. Os brasileiros conseguem compreender a narração realizada em papiamento sem muito esforço.

Assim como no Brasil, a bebida mais pedida é a cerveja que pode ser acompanhada por batata frita ou petiscos mexicanos. Embora o resultado dos jogos seja sempre um mistério, há certeza de alegria e festa.

Kokomo em festa

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Outro dia saí para trabalhar com uma roupa azul e um colega me perguntou se, nessa Copa do Mundo, eu estava torcendo para a Itália, já que estava em “azzurro”. Respondi que torcia para o Brasil, em todas as dimensões: esporte, saúde, segurança, educação…E torço mesmo! Na verdade, algo que aprendi quando morei fora do Brasil é o quanto amo meu país. Na prática, eu não podia ouvir o som de um tamborim e já queria sambar. Não podia ver uma bandeira do Brasil e lá estava eu posando para foto. Impossível ser diferente.

Não é que eu não tenha me apaixonado por outros países. Sou amante de outras nações: Indonésia, França e Itália. Tenho até uma paixão platônica pelo Japão, embora não o conheça. No entanto, meu coração bate forte, vibra pelo Brasil. Meus olhos marejam quando escuto o Hino Nacional, aliás marejam até quando eu escuto a “musiquinha” do Ayrthon Sena.

Não consigo torcer para o gol contra. Quero meu país do Carnaval, dos campeões do futebol, dos pesquisadores e cientistas mais avançados do mundo em agricultura e saúde marcando gol em várias áreas e dando show. Show de bola! Show de ciência! Show de cultura! Show de alegria!

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No post passado abordei o tema positividade. A questão é que diante de um momento desafiador, algumas pessoas têm dificuldade em retirar seus óculos pessimistas e sintonizar seus pensamentos com novas vibrações.

A música ajuda a liberar o estresse, traz uma sensação de bem-estar e, ainda, contagia outras pessoas a mudarem a atmosfera. Para quem tem filhos é uma oportunidade para integrar a família durante um passeio de carro, viagem ou logo ao despertar para um dia cheio de compromissos, que podem ser felizes se encarados com entusiasmo. Quem foi que disse que vida corrida precisa ser triste?!

A canção Borboleta, de Zélia Duncan, é uma inspiração para sair por aí e cantarolar. Permita-se! Sintonize todo o seu ser com a alegria!

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