ICF Brasília Chapter realiza palestra de coaching em Brasília, no dia 10 de agosto
Enviado em 30 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
Enviado em 30 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
Enviado em 26 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
As pessoas gostam de gastar pouco, se possível, mas o que elas realmente querem é gastar bem; então, profissionais que consigam estratégias para oferecer seus produtos por preços atraentes no mercado terão maior oportunidade de fazer crescer a demanda. No entanto, o que os clientes não querem absolutamente é comprar aquele “barato que lhe sai caro”. Apesar disso, muitos profissionais economizam na matéria-prima e vendem blusas que se rompem ou descolorem na primeira lavagem; modificam alimentos sem critério e os vendem mesmo quando podem ser prejudiciais à saúde; oferecem serviço odontológico deficitário, com materiais de segunda linha, que exigem do paciente retornar ao consultório dentário para recuperar o sorriso (ou dar uma bronca no dentista). Em todas as áreas, é possível atuar seguindo os critérios da qualidade, ainda que isso afete um pouco o preço final do produto.
Independentemente da sua classe social, nenhum consumidor gosta de se sentir lesado. Na verdade, o cliente torna-se desconfiado do profissional que oferta produtos/serviços ruins e, assim, opta por oportunidades mais seguras, à despeito do preço, em um local comprometido com a qualidade. Se houver possibilidade de fazer promoções em período de baixa de venda, aproveitar uma oferta e repassar para o cliente um bom produto/serviço com preços competitivos, ou reciclar materiais e gerar um produto criativo, fruto de pesquisa e inovação – então o profissional ganhará reconhecimento e espaço, porque as pessoas não se importam de gastar mais, desde que seus gastos se convertam em vantagens e agreguem valor para o seu dia-a-dia.

Imagem de Hummmm… I see
Enviado em 24 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
Enviado em 20 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
São tantos os livros pregando a importância do pensamento positivo. Eles lotam prateleiras e muitos deles são campeões de venda. No entanto, nem sempre a gente consegue se manter tão alegre como gostaria, e o pior é que autorizamos que esse efeito se amplie para várias áreas, porque o sentimento de impotência bloqueia as ações de alavancagem.
Independente de saber que é importante mudar o rumo dos pensamentos e criar uma energia de confiança, a falta de um impulso criativo vai nos movendo para um lugar distante de nossa sabedoria. Então, eis que surge um amigo, e esse encontro faz com que você volte a sorrir e perceba que os problemas eram pequenos, tão pequenos; na verdade, minúsculos.
São muitas as canções sobre amizade, mas “That’s What Friends Are For” escrita por Carol Bayer Sager e música de Burt Bacharach é meu presente para o Dia Internacional dos Amigos.
A data, celebrada hoje, foi criada pelo dentista, sócio fundador do Rotary Clube de San Cristóbal e do Once (bairro de Buenos Aires), professor e músico argentino Enrique Ernesto Febbraro. Com a chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, ele enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países a fim de instituir o Dia do Amigo. Segundo ele, tal feito demonstra que “se o homem se unir com seus semelhantes, não há objetivos impossíveis“. O Dia Internacional do Amigo foi primeiramente adotado em Buenos Aires, na Argentina, mas atualmente é comemorado em mais de cem países. Embora haja discordâncias quanto a data e as razões de tê-la estabelecido, o valor da amizade continua inquestionável.
Enviado em 12 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
Com uma área de 504.030 km², a Espanha é um país rico em história e cultura. Do Norte ao Sul, recebeu influência dos países vizinhos e geograficamente é a ponte entre o continente europeu e a cultura africana. Seu povo abriga características diferentes dependendo da região onde habitam, o que faz da Espanha um local cheio de curiosidades e atrações tanto folclóricas como altamente cosmopolitas, mundialmente conhecida por sua beleza, gastronomia ou arte provocantes e provocativas.
O turismo encantador vai além das belas praias; inclui uma lista de lugares desde arte rupestre até centros históricos, paisagens naturais, jardins e monumentos. Diante de sua especificidade, a Espanha é o segundo país do mundo com maior número de lugares declarados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO.
As pessoas na Espanha amam celebrações e festivais, os quais estão extremamente arraigados em sua cultura, sejam eles religiosos ou civis; e envolvem comidas, bebidas e dança: traços típicos de sua cultura.
A gastronomia artística agrada o mundo com seus tapas, cozidos, tortillas e paellas, pelo vinho de mesa e sangria; pela paixão no preparo, que a consagrou como cozinha internacional. O azeite de oliva espanhol está entre aqueles mais comercializados do mundo.
As touradas, fazem parte da identidade de numerosas festas populares, e o flamenco, dança e música típicas do Sul do país, caracterizadas por guitarras, letras expressivas, mulheres rodopiando e batendo castanholas em longos e coloridos vestidos. A música flamenca teve sua origem em comunidades ciganas, mais precisamente na Andaluzia, e provavelmente recebeu influência da música árabe. No entanto, há contribuição musical de grandes centros como Madri e Barcelona para música contemporânea nas áreas pop, rock, hip hop e até heavy metal. As notas de alcance internacional, são dadas, principalmente, por compositores de estatura mundial, como Enrique Granados, Isaac Albéniz, Manuel de Falla e Joaquín Rodrigo e cantores de ópera como Placido Domingo e José Carreras.
A arte conta com pintores de fama mundial desde o barroco, como Francisco Goya e Diego Velásquez e no século XX, como Salvador Dalí, Joan Miró e Pablo Picasso. Na literatura, a Espanha também tem papel de destaque: Miguel de Cervantes Saavedra, romancista, dramaturgo e poeta, escritor de Dom Quixote, o segundo livro mais traduzido no mundo depois da Bíblia; e Camilo José Cela, prêmio nobel de literatura em 1998. A arquitetura moderna do catalão Antoni Gaudi marca o país em cores cheias de expressão, imaginação sem limites, intensidade projetada para criar formas totalmente novas.
Nas artes cênicas, Pedro Almodóvar Caballero, rouba a cena de muitas estrelas. O cineasta, ator e argumentista foi o primeiro espanhol a ser indicado ao Óscar de melhor diretor e ganhou o prêmio de Melhor Roteiro Original, em 2003, com o filme “Fale com Ela” (Hable con Ella, Espanha, 2002). Em 2000 ele havia ganhado o prêmio de Melhor Filme Estrangeiro por “Tudo Sobre Minha Mãe”. A originalidade, extravagância e ousadia de Pedro Almodóvar tem ainda forte componente autobiográfico - ‘’Toda minha vida está em meus filmes'’, ele já revelou. O drama da incomunicabilidade da qual nenhuma relação amorosa consegue escapar, presente em “Fale com Ela”, o qual diferencia fortemente os filmes anteriores, aborda o universo masculino, feito de sentimentos como solidão, desamparo e renúncia amorosa.
Em cena de grande repercussão – e não só no Brasil – Caetano Veloso ao cantar Cucurrucucu Paloma, numa festa a que estão presentes muitos dos amigos e das atrizes prediletas do diretor, faz Marco, personagem interpretado pelo ator Darío Grandinetti, chegar às lágrimas.
Almodóvar, aliás, conta que o roteiro de “Fale com Ela” foi escrito no quarto de Moreno Veloso, no Rio de Janeiro e que, portanto, sua inspiração principal foi a MPB. Além de Caetano, a trilha sonora conta com um dueto de Tom Jobim e Elis Regina em Por Toda Minha Vida.
Ontem a Espanha venceu a Copa do Mundo de 2010 e ganhou a primeira colocação de forma inédita. Além de tantas histórias, em uma final contra a Holanda, em um jogo pouco artístico, porém dramático após terem empatado em 0x0 no tempo normal, o gol de Andrés Iniesta veio no segundo tempo da prorrogação, e acrescenta ao país um marco também na história do futebol.
Enviado em 12 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
Por Luciano Milhomem* em 02/07/10
Chico Buarque compôs esta canção no auge da ditadura. Referia-se a Revolução dos Cravos em Portugal. De qualquer forma, foi dessa canção que me lembrei quando parei para pensar com calma na derrota da seleção brasileira para a seleção holandesa. Apesar de tudo, a “festa” foi bonita. Houve erros, alguns terríveis. Mas a seleção canarinho ainda detém o pentacampeonato mundial e fez o que pode com o que tinha. Não quero menosprezá-la agora. Fica “uma semente nalgum canto do jardim”. Até 2014.
* Jornalista, filósofo, mestre em Comunicação e Cultura pela Universidade de Brasília e ex-consultor interno de mídia de agências da ONU no Brasil.
Enviado em 7 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
A última das “vinhetas culturais” sobre os adversários do Brasil na Copa é a respeito da Holanda, aqui representada pelo pintor Vincent van Gogh…
Conhecida como o país dos moinhos de vento, das tulipas, dos tamancos de madeira e das bicicletas, a Holanda, além do traço poético, harmonioso e romântico, guarda consigo um lado despojado, marcado pelas políticas liberais, a cultura moderna e progressiva e a ousadia nos esportes e nas artes.
No futebol, a Holanda já surpreendeu o Brasil e o resto do mundo duas vezes: a primeira, em 1974, quando eliminou a seleção brasileira que defendia o título de campeã ganho em 1970 e, apesar de encantar a todos com seu jogo ousado e espetacular, não conseguiu ganhar a Copa; a segunda vez, nesta Copa de 2010, quando, jogando de maneira muito equilibrada, conseguiu vencer o Brasil, considerado favorito para ganhar o jogo e o título de campeão.
Nas artes, a Holanda chamou a atenção do mundo com vários pintores, entre os quais destaca-se Vincent van Gogh, que começou a atuar profissionalmente ainda jovem, por volta dos 15 anos de idade. Em torno dos 20, foi morar em Londres e depois em Paris, onde conheceu importantes pintores da época como Emile Bernard, Toulouse-Lautrec, Paul Gauguin e Edgar Degas, mestres do impressionismo de quem recebeu grande influência, por uma técnica de pintura realizada ao ar livre (”plein-air”), fundada na reverberação da luz nos objetos, no aproveitamento das suas nuances coloridas ao longo do dia e na redução da paleta de cores utilizadas. Em vários de seus quadros, a paisagem se movimenta em sentidos variados e o contraste de cores marca suas telas de forma única. O sentimento que Van Gogh captava ao seu redor, conferia energia ao seu gesto carregado de paixão, marcado a cada pincelada na tela. Diante dos momentos mais difíceis, ele pintava de maneira compulsiva e frenética, desesperando-se diante da incapacidade de ser compreendido pelos seus contemporâneos.
A genialidade de Vincent Van Gogh somente foi reconhecida após a sua morte, que ocorreu em 1890. Hoje em dia, Van Gogh é considerado como o principal inspirador de várias tendências artísticas do século XX. Em vida, o artista holandês, que passou fome e frio, viveu em barracos e conheceu a miséria, vendeu apenas uma pintura, “O Vinhedo Vermelho” (que retratava uma paisagem da cidade francesa de Arles), por 400 francos. Em maio de 1990, uma de suas mais conhecidas obras, “O Retrato do Dr. Gachet”, pintado um século antes (justamente no ano de sua morte…), foi comercializado por US$ 82,5 milhões.
Inspirado pela arte de Van Gogh, o cantor e compositor americano Don McLean compôs, no outono de 1970, a música Vincent ( Starry Starry Night). Conforme ele próprio revelou, a música surgiu naturalmente nas cordas do seu violão enquanto estava lendo um livro sobre a vida de Van Gogh e observava uma tela do pintor holandês. No vídeo abaixo, a romântica melodia da música de Don McLean acompanha a exibição das sugestivas obras de Van Gogh e a triste história de vida do pintor holândes sublima-se nas palavras da letra e na beleza das imagens.
Para saber mais sobre obras do pintor: http://www.vangoghmuseum.nl/vgm/index.jsp?lang=nl
Para saber mais sobre a música de Don McLean: http://www.don-mclean.com/vincent.asp
Enviado em 4 de Julho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
Para representar o Chile, na quarta “vinheta cultural” inspirada pela participação do Brasil na Copa do Mundo de Futebol, talvez não exista ninguém melhor do que Pablo Neruda…
O poeta chileno Neftali Ricardo Reyes, mais conhecido pelo pseudônimo de Pablo Neruda, nasceu em Parral, em 12 de julho de 1904, e morreu em Santiago, em 23 de setembro de 1973. A obra completa de Pablo Neruda, Prêmio Nobel de Literatura em 1971, reúne mais de 40 livros, escritos entre 1923 e 1973. Entre seus trabalhos existe uma forte presença da metáfora, na qual muitas vezes ele se inclui como personagem.
Neruda ficou exilado e sua história tem várias similaridades com aquela de Saramago, o homenageado do post anterior. Ele também isolou-se no seu próprio país, tentando ficar longe da rigidez da ditadura e buscando maior inspiração para escrever suas poesias. Em 1939, Neruda buscava um refúgio para escrever, e terminar a obra “Canto Geral”. À procura de um lugar que pudesse proporcionar maior concentração, encontrou no jornal a indicação de um terreno em área deserta, com dificuldades de acesso; uma casa pequena, com o esplendor da vista para um mar com ondas enormes que se levantavam até tornar-se transparentes, arrebentando-se diante de rochas, com fúria tremenda, e desfazendo-se em espuma sobre um areia brilhante. Isla Negra era uma simples área de pescadores e tornou-se o local preferido do poeta, no qual, inclusive, passou os últimos meses de sua vida.
Dirigido por Michael Radford, o filme “O Carteiro e o Poeta”, baseado no livro “Ardiente Paciencia” do também chileno Antonio Skármeta, embora seja uma ficção e não retrate de forma fiel a obra, a vida e personalidade do Neruda, transmite o sentido e a mágica da sua poesia. O vídeo abaixo monstra uma cena marcante do filme, onde Pablo Neruda, interpretado por Philippe Noiret, ensina o que é a metáfora ao carteiro Mario Ruoppolo (interpretado pelo ator italiano Massimo Troisi), despertando seu sentimento poético, que irá conferir um novo sentido à sua vida, reforçando sua capacidade de expressar o que antes parecia inexpressável - o amor.
Para saber mais sobre a vida de Neruda,
http://www.neruda.uchile.cl/
Enviado em 29 de Junho de 2010
Publicado por Max Lombardo
Depois de Coréia do Norte e Costa do Marfim, encerramos com Portugal a viagem cultural pelos países que enfrentaram o Brasil na primeira fase da Copa do Mundo na África do Sul…
“Tenho muita pena em não saber escrever histórias para crianças…”
Embora “A maior flor do mundo” seja considerado como seu único conto infantil, quem assistir a animação a seguir (onde ele aparece como a voz narradora e o personagem do senhor velhinho), perceberá de imediato que o grande escritor português José Saramago - que morreu com 87 anos, há pouco mais de uma semana - não falou a verdade ou, no mínimo, pecou de modéstia. Com certeza, Saramago tinha noção do “poder moral” de uma história bem contada, como demonstra a linda mensagem final deste conto: “E se as histórias para crianças passassem a ser de leitura obrigatória para os adultos? Seriam eles capazes de aprender realmente o que há tanto tempo têm andado a ensinar?”
Os adultos que acompanharam sua vida e obra, chegaram a se desentender várias vezes a respeito de Saramago. Ele ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1998, mas nunca foi unanimidade, até porque sempre despertou polêmica, principalmente em Portugal, seu país nativo, por suas posições políticas e declarações públicas. O escritor se manifestou várias vezes sobre Deus, negando sua existência: por isso, ele veio a ser perseguido publicamente, sendo até convidado a renunciar à nacionalidade portuguesa. A esse respeito, o poeta Manuel Alegre, seu conterrâneo, afirmou: “Ao Saramago não se perdoa ser um português que se atreveu a ganhar o Prémio Nobel da Literatura e que diz que não acredita em Deus”. Por isso, Saramago chegou até a se “autoexilar” do seu país (notoriamente, um dos mais católicos do mundo), indo morar na ilha espanhola de Lanzarote, nas Ilhas Canárias, onde ele morreu. Contudo, apesar de demonstrar publicamente sua gratidão pela Espanha que o acolheu sem questionar suas idéias, ele nunca pensou em renegar sua identidade nacional e abandonar a nacionalidade portuguesa.
Por ironia do destino, nesta terça-feira, 29 de junho, a poucos dias da morte de Saramago, Espanha e Portugal irão se enfrentar nas quartas de final da Copa do Mundo de Futebol, na África do Sul e ninguém poderá ter sua resposta a esta pergunta: “Por qual time você vai torcer?”
O que você acha que ele iria responder se, ainda, estivesse vivo?
Enviado em 28 de Junho de 2010
Publicado por Max Lombardo
Continuando a série de apresentação de “vinhetas culturais” dos adversários do Brasil na Copa do Mundo…
Para representar a cultura da Costa do Marfim, para nós brasileiros, talvez ninguém seja melhor do que Alpha Blondy, cantor de música reggae, que começou a ser conhecido no mundo inteiro cantando no “The Wailers”, a famosa banda de Bob Marley. Ele canta principalmente em dioula (um dos idiomas nativos da Costa do Marfim), francês e inglês, muitas vezes misturando palavras dos três idiomas na mesma canção.
Alpha Blondy foi gerado por mãe muçulmana e pai cristão e criado por uma avó que lhe ensinou a respeitar a todos, independente de classe social, raça e credo. Alpha manifestou essas convicções em várias canções dele, engajando-se politicamente, mas sempre encorajando a paz entre os povos. Foi, inclusive, Embaixador de Paz das Nações Unidas para a Costa do Marfim, contribuindo, com seus esforços, para um acordo de paz em 2007, que encerrou uma guerra civil iniciada seis anos antes.
“Sweet Fanta Diallo” e “Cocody Rock” são apenas algumas das suas canções mais famosas aqui no Brasil. Souroukou logo (Mercado de hienas) é bem menos conhecida, mas igualmente muito significativa pelo ritmo e a letra marcantes. Esta canção apela para o orgulho das pessoas humildes, ressaltando a necessidade de se afirmar e melhorar num mundo dominado por hienas, prontas para devorar os mais fracos e indefesos.
Aprecie, a seguir, a mensagem e o vídeo desta música, legendado em português.
Enviado em 19 de Junho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo
O placar não foi satisfatório. Brasileiros gostaram da vitória, mas ficaram insatisfeitos com o resultado inferior às expectativas. Apostas em inúmeros bolões indicavam mais gols para o Brasil e nenhum para Coréia do Norte. De toda forma, aqueles jogadores guardavam dentro de si muito mais do que uma aparência difícil de diferenciar entre chineses e até japoneses para alguns. Eles levavam de seu povo uma enorme riqueza cultural.
Popular na Coréia do Norte, o “Mass Games” é um evento que envolve artistas de dança, ginástica, e performances coreográficas, que celebra a história do país e a revolução do Partido dos Trabalhadores. O maior e mais recente foi chamado de “Arirang”, realizado em seis noites por semana, durante dois meses, envolveu cerca de 100.000 artistas. Participantes deste evento nos últimos anos alegam que os sentimentos anti-ocidentais têm sido atenuados, em comparação a performances anteriores. O Mass Games é feito em Pyongyang, em vários locais da cidade, incluindo o Estádio Rungrado May Day, que é o maior estádio do mundo, com capacidade de 150.000 pessoas.
Enviado em 18 de Junho de 2010
Publicado por Adriana Lombardo