Artigos
Comentários

Oh pressão!

Assumiram um papel importante no mundo corporativo, demonstrando suas capacidades em encontrar soluções, mas, depois de todo dia de trabalho no escritório, ao chegar em casa, encontram vários problemas à espera em cima da pia, no chão e na cesta da roupa suja. Como se não bastasse, ainda devem responder às exigências dos filhos e do marido. Os finais de semana passam rápido demais, sem tempo para si mesmas, sem poder se relaxar completamente. Retornam ao dia-a-dia do escritório, gerenciando responsabilidades e demandas além ou aquém de suas competências. Se muito além, devem-se empenhar para mostrar resultados; se muito aquém, não se sentem motivadas ou desafiadas o suficiente para produzir. Tentando enfrentar a loucura da vida moderna, acabam se descuidando da alimentação equilibrada e da sua própria saúde física e mental. As mulheres vivem um turbilhão de emoções e oscilações de humor próprias da organismo feminino, e diante de um ritmo de muita tensão podem sentir opressão.

Pressão baixa e depressão são diferentes, embora tenham alguns sintomas similares. É importante estar atenta e tentar aliviar um pouco o peso e a intensidade da rotina diária, buscando, principalmente, parceria com os colegas e companheiros. É preciso cuidar mais e melhor de si, ter em quem se apoiar e fazer parte de grupos de mulheres, que enfrentam rotinas parecidas e, portanto, podem nos ensinar a nos expressar e relaxar mais… e a se exigir menos.

mulher em rosa 1 2 - mulher em rosa 1 2

Você sabe atrair e reter?

A atração ocorre, normalmente, por afinidade de valores, conceitos, vivências…o que gera uma boa impressão e imagem positiva. Já para reter e ganhar a lealdade é preciso conhecer melhor, saber o que nutre a alma; seja do empregado, de um cliente, de alguém da família ou de um amigo.

Triste espectáculo

Respeito e valorizo muito a vida, em todas suas formas, incluindo animais e vegetais. Por isso, sou contrária a espectáculos, tais como aqueles de parques temáticos e circos, que, para entreter, estabelecem uma relação de domínio, medo e dor dos humanos com animais selvagens. Por exemplo, apesar de achar maravilhoso estar perto dos golfinhos, já não me atrai mais assistir os espectáculos com esses animais, pois logo estabeleço com eles uma relação de empatia que me faz sentir o quanto sofreraram para serem admirados pelo público. Na Indonésia, em 2001, ao final de um desses espectáculos, tive a possibilidade de acariciar um golfinho e admirá-lo de perto, mas, com toda tristeza, vi várias queimaduras causadas por seus pulos através aros de fogo. Aquela vez, como já desconfiava, percebi com absoluta clareza que seria impossível que animais “naturalmente livres”, mas “humanamente domésticados”, aprendessem tantos malabarismos perigosos sem pagar um preço.

No final do ano passado, estive em Orlando, nos Estados Unidos, e lá muitas pessoas me recomendaram de assistir ao show da orca Shamu no parque aquático SeaWorld: por isso, fui lá e levei meu filho. Entretanto, meu coração oprimido pouco se divertia ao ver os belos animais marinhos dando um lindo show em troca de alguns peixinhos no final. É difícil, para mim, imaginar amor sincero por um animal selvagem, sem garantia de respeito e liberdade.
O escritor Richard O´Barry, autor do livro “Behind the dolphin smile” e treinador do golfinho Flipper, personagem principal do seriádo homônimo, revelou o horror pelo qual vivem esses animais, sofrendo em tanques ou piscinas, sem poder contar com a vida típica que sua natureza lhe permitiria. Ao perceber isso depois de anos dedicados a treiná-los, ele investiu todas suas energias e finanças em libertar vários golfinhos de suas “jaulas”.

A orca responsável pela morte da treinadora Dawn Brancheau, na semana passada, no SeaWorld de Orlando, já tinha assassinado outra treinadora. A orca “Tilikum”, que, junto a suas “colegas”, interpretava o personagem “Shamu”, foi acusada de matar alguém que a amava. Que mensagem ela tem mostrado com sua agressividade? Satisfação com seu “trabalho”, não pode ser. No entanto, a direção do parque aquático logo anunciou que retomaria os espetáculos com orcas no mesmo fim de semana.

O famoso Cirque du Soleil tem entretido milhões de pessoas pelo mundo inteiro e seus idealizadores enriqueceram com esse novo modelo de circo, que não utiliza animais. Por que, então, não estabelecer uma nova relação entre circenses e animais, que não envolva o sofrimento de um deles? Não seria o caso de adotar a política do “ganha-ganha”, tão difundida na administração? Na semana passada, perderam tanto os animais, quanto seus treinadores, mas, para alguns humanos inescrupulosos, tudo valeu pelo enorme dinheiro arrecadado de tantas pessoas, a maioria das quais em boa fé, buscando apenas entretenimento. Por mim, essa notícia motivou uma tomada de decisão que tinha adiado por muito tempo: nunca mais irei assistir esse tipo de triste espectáculo, e convido vocês, leitores e leitoras, a tomar a mesma decisão. Comecemos, continuamos ou retornamos a admirar o teatro, o cinema, as artes plásticas e toda beleza cênica e alegórica, curtindo a fantasia dos humanos e evitando a inútil dor de nossos amigos animais.

Dois eternos amigos e uma ponte sobre águas turbulentas…

A sexta playlist da Radio Humanature, “O valor da amizade”, que está no ar aqui no blog, desde o início de fevereiro, apresenta 12 músicas instrumentais que tocam a alma e o coração, incluindo versões de “That’s what friend are for”, “You’ve got a friend”, “With a little help from my friends”, entre outras. A amizade é, ao mesmo tempo, um valor e um sentimento fundamental em nossa vida. Sem ela, não desfrutamos plenamente do nosso lugar no mundo. Um amigo(a) é, representa e apresenta muitas coisas: afinidade, apoio, alegria, fidelidade, confiança, desafios e conflitos. Quando conseguimos balançar tudo isso, conciliando diferenças e divergências, relevando mágoas e decepções, crescemos e aprendemos junto, por todo o resto da vida, valorizando um ao outro.
Uma das músicas da playlist ilustra muito bem esse conceito. “Bridge over troubled water “ foi gravada em 1970, pelos artistas norte-americanos Paul Simon e Art Garfunkel e chegou ao topo das paradas dos Estados Unidos no final de fevereiro do mesmo ano. Paul e Art eram amigos desde a infância: vizinhos do mesmo bairro e colegas da mesma turma no colégio em New York, no final dos anos ‘50 formaram uma dupla musical. Como qualquer outra dupla de amigos, eles passaram por vários conflitos e desentendimentos recíprocos, que, inclusive, os levaram a desfazer a parceria musical, pela primeira vez, em 1965. Entretanto, pouco tempo depois, eles se reconciliaram e chegaram ao ápice do seu sucesso com um álbum que continha músicas como “The sound of silence”, que, também, foi escolhida como trilha sonora do filme “A primeira noite de um homem” (The Graduate). Em 1970, ao gravar o álbum “Bridge over troubled water”, eles se desentenderam novamente, principalmente ao gravar a música título. Paul Simon tinha composto sozinho a música ao piano, especificamente para a interpretação de Art Garfunkel; entretanto, Art não se sentia à vontade para cantá-la sozinho e, com base nos primeiros ensaios, sustentava que Paul iria cantá-la bem melhor. Por fim, Art se convenceu e a música tornou-se um dos maiores sucessos em absoluto da história da música moderna, gerando, também inúmeras versões famosas (entre as quais, destaca-se uma de Elvis Presley, também de 1970). Contudo, o conflito mal resolvido entre os dois artistas levou a uma segunda separação da dupla, e tanto Paul quanto Art enveredaram para bem-sucedidas carreiras solo e novos projetos artísticos, além da música. Nos quarenta anos (de 1970 até 2010) que se seguiram a essa última separação, Art e Paul nunca reformaram oficialmente a dupla, mas retornaram a se apresentar junto em vários shows e outras ocasiões. Emblematicamente, entre 2003 e 2004, os dois se apresentaram pelo mundo inteiro com o tour “Old friends” (velhos amigos), durante o qual cantaram “Bridge over troubled water”, revezando-se no vocal entre um verso e outro da música. O tour obteve estrondoso sucesso e, com isso, reforçou ainda mais uma amizade e uma parceria que resistem a qualquer tipo de adversidade, estendendo-se pelos anos assim como uma “ponte sobre águas turbulentas” (Bridge over troubled waters).

Clique abaixo e assista a uma memorável apresentação da música “Bridge over troubled waters”, por Art Garfunkel e Paul Simon, ao vivo no Madison Square Garden, em New York, em 2009.

E você? Também tem uma amizade desse tipo, turbulenta, mas duradoura? Comente aqui no blog!

Gerenciar com o coração

Muitas vezes gerentes buscam tecnologias e métodos que ampliem a motivação de seus empregados, mas esquecem que modelos simples, ensinados em casa, tais como mostrar interesse em ouvir o colaborador, ter uma atitude respeitosa, amigável… podem fazer toda a diferença.

Como está sua criança?

Durante a brincadeira, a criança não pode se tornar um adulto, mas você pode se tornar uma criança.

Coaching para Mulheres

Relaxe no trabalho Diante de uma quantidade infinita de trabalho, preocupações com a casa, compras do supermercado, o jantar das crianças, entrega de materiais escolares na escola…e mais tantas outras indagações assolando a cabeça feminina… O que fazer???

Muitas mulheres já conseguiram: fazer mais em menos tempo, sentirem-se menos culpadas e mais femininas, melhorar o relacionamento com o namorado ou marido, dar boas risadas no fim do dia… Você também pode!

“Que sera, sera (whatever will be, will be)” é a trilha-título da nova playlist da Radio Humanature no blog, composta por 12 músicas em versão instrumental que prestam homenagem aos “bons e velhos tempos” que deixamos para trás, bem como ao novo ano que acolhemos em nossas vidas.
Desde 1956, quando Doris Day a cantou pela primeira vez (no filme “O homem que sabia demais”, de Hitchcock - clique no vídeo abaixo para ver as imagens da interpretação original, acompanhando a letra), esta música tornou-se um hino à vontade de viver a vida com leveza e despreocupação, pois, afinal, “o que tiver que ser, será”. Na mesma filosofia, a playlist apresenta uma versão de “Let it be”, dos Beatles. Entretanto, esses famosos motes não devem ser interpretados de forma fatalística, no sentido de receber passivamente tudo que o futuro trazer; ao contrário, a letra da música convida a viver a vida sem pensar em eventuais fracassos e insucessos. A própria Doris Day provou a verdade disso. Quando ouviu a música pela primeira vez, ela recusou-se a gravá-la, considerando-a uma música infantil; entretanto, a música não só foi a vencedora do prêmio Oscar de melhor canção original em 1956, como também se tornou o maior sucesso da carreira da cantora e atriz estadunidense.
A playlist contém músicas que direta ou indiretamente fazem referência à época do fim/início de ano e inclui outros clássicos como “Auld lang syne”, tradicionalmente associada ao reveillon nos Estados Unidos. As outras músicas reverenciam a “saudade saudável”, o valor da amizade e do amor e a vontade de se renovar, realizando desejos importantes para os seres humanos e o mundo inteiro.
Que todas essas notas toquem seu coração e sua mente nos mais belos momentos de 2010!

O blog, além de te convidar a ouvir toda a playlist, gostaria de ter suas respostas e comentários a respeito desta pergunta: “O que está prevendo e desejando para você, sua família, seus amigos e o mundo, em 2010?”

mensagens momentos magicos

Agradeço a todos os que estiveram por aqui só para fazer uma visitinha,
agradeço aos que deixaram seus comentários que fizeram a mim e outros leitores refletirem sobre diferentes pontos-de-vista
agradeço aqueles que gostam da nossa seleção musical e que se conectam ao blog só para relaxar.
Espero que em 2010 vocês continuem encontrando aqui ainda mais reflexão, energias positivas, paz, inspirações, porque pretendo fazer melhor a cada ano, assim como desejo que vocês sejam melhores e mais felizes a cada ano.
Um abraço carinhoso.

Adriana Lombardo

Feliz Ano Novo!

recados destaques

Que divertida foi a participação dos nossos blogueiros para ganhar a sessão de “Coaching Apreciativo”! O resultado, o qual vocês podem notar com toda transparência, mostra que:

Para “La Valse d’Amelie” foram dois comentários concorrentes e a vencedora com 6 votos foi - Duda.
Para “Singin’ in the rain” foram quatro comentários concorrentes e a vencedora com 21 votos em um total de 27 foi - Gláucia.

Parabéns, meninas!!! Agendem um horário e aproveitem sua sessão totalmente grátis! Os comentários foram lindos, tocantes, verdadeiros… Vocês são mulheres cheias de poesia e encantamento!
Um abraço com muita energia positiva.
Adriana

Feliz Natal!

natal 4 1 - natal 4 1
Ei, está passando da hora de acordar o Papai Noel! Será que você já sabe exatamente o que quer pedir de presente de Natal?

- Próxima Página »