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No dia 13 de março das 18h às 19h, autografei os livros “Master Coaches” e “Coaching”, da Editora Ser Mais, no Sindicato dos Escritores do Distrito Federal.

Agradeço àqueles que puderam prestigiar o evento e disponibilizo o áudio da minha entrevista, realizada pelo jornalista Anand Rao para quem tiver interesse em conhecer um pouco melhor o conteúdo dos livros.

Áudio da entrevista de Anand Rao com Adriana Lombardo

Para maiores informações sobre as publicações, veja o link: Publicações

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O Porto (= Le Havre), um filme do cineasta finlandês Aki Kaurismaki, Grande Prêmio da Crítica, no Festival de Cannes, 2011, traz às telas do cinema a preocupação com o tema da imigração, cada vez mais em voga nos debates internacionais.

No filme, o imigrante ilegal africano Idrissa (Blondin Miguel), vindo do Gabão, busca reencontrar sua mãe, que vive em Londres. Depois de fugir da polícia francesa, que o encontra em um contêiner junto a outros imigrantes ilegais, Idrissa é ajudado pelo engraxate Marcel Marx (André Wilms), um típico cidadão pobre francês que, além da dificuldade financeira, sofre o distanciamento da sua mulher Arletty (Kati Outinen), internada em um hospital, por causa de um câncer. Marcel, que inicialmente parecia ser antipatizado pelos vizinhos, ganha a consideração de todos por sua atitude humanitária. Aos poucos, um círculo de apoio e atenção cresce em torno dos personagens para ajudar Idrissa a ir ao encontro de sua mãe.

O filme, bastante crítico, expõe a fragilidade do tema imigração, que ainda não recebe a atenção devida no âmbito da agenda da política internacional e da cooperação entre governos, mas vem despertando crescente interesse da mídia, e do público em geral, naqueles países que, como a França, enfrentam freqüentes ondas de imigração clandestina.

No Brasil, o órgão que trata do tema é o Conselho Nacional de Imigração – CNIG. Um de seus representantes, o Sr. Paulo Sérgio de Almeida, tem feito várias observações interessantes nesse sentido, ao participar do seminário internacional “Política migratória e o paradoxo da globalização”, realizado em 3 e 4 de abril, na Universidade de Brasília. Segundo ele, “as pessoas têm o direito a migrar. Ninguém é obrigado a passar desespero e ficar condenado a viver ali.”

Abaixo o trailer desse emocionante filme, que recomendo assistir por completo, principalmente se tiver interesse no tema da imigração.

Leia também:

Li Ké Terra (=esta é a minha terra)

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Cada vez mais executivos, não só da área de Gestão Internacional, buscam oportunidades de desenvolvimento em suas carreiras por meio da vivência no exterior. Conhecer outro país, novas culturas e abordagens geram excelentes oportunidades para formação e aprimoramento de um líder global. As universidades acabam sendo uma excelente alternativa, tendo em vista que possibilitam interação com pessoas de várias partes do mundo, acesso aos professores com pesquisas reconhecidas e enriquecimento intelectual.

As universidades mais bem pontuadas nos rankings de Administração e Relações Internacionais nos EUA são as tradicionais Harvard, Stanford, Yale, Princeton, Johns Hopkins, UC Berkeley, MIT, Columbia e Chicago. Na Europa, as mais bem conceituadas são Graduate Institute of International and Development Studies, na Suíca, Insead, na França; Bocconi, na Itália; London School of Economics e Cambridge, na Inglaterra, Complutense de Madrid e Autónoma de Barcelona, na Espanha.

Além das alternativas mais tradicionais, vários executivos têm buscado experiências no Oriente. Entre as opções mais procuradas estão: University of Hong Kong, University of Tokyo e National University of Singapore ou na África do Sul: University of Cape Town, na Cidade do Cabo e Eduardo Mondlane, em Moçambique.

Atualmente, a oferta de bolsas é vasta. Em vários programas, a oferta é, inclusive, superior a demanda.

http://www.cienciasemfronteiras.gov.br/web/csf/doutorado-pleno

http://www.capes.gov.br/bolsas/bolsas-no-exterior/doutorado

http://www.cnpq.br/web/guest/bolsas-no-exterior1

http://www.fapesp.br

Você já estudou no exterior? Tem outras indicações? Compartilhe conosco suas experiências.

Leia, também, Cursos virtuais em Cooperação Internacional

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Existe um antigo ditado que, pelo senso comum, parece contraditório, mas com o qual estou de acordo: “Quer chegar rápido? Vá devagar!” Embora esse conselho possa nos levar a múltiplas reflexões, quero comentar sobre sua relevância em termos de ética profissional. Muitas vezes, por pressa, as pessoas saem atropelando quem estiver pela frente, agindo de forma precipitada, apenas pensando em atingir seus próprios objetivos e cumprir seus compromissos imediatos, sem se preocupar com as consequências das suas ações. Um dia, porém, esses “apressadinhos” podem, ocasional ou providencialmente, encontrar com aqueles que foram “atropelados” por eles mesmos, firmes em uma nova posição, às vezes até mais elevada ou influente. Assim, aqueles que se apressaram em chegar rápido, podem deixar de aproveitar ou até perder oportunidades de crescimento na carreira. Não abordo, neste post, questões relacionadas a justiça ou injustiça, vingança, mas quero chamar a atenção para aquelas pessoas que tentam uma escalada profissional sem se preocuparem em criar uma atmosfera de confiabilidade entre aqueles que estão ao seu redor. Além desse meio de obtenção de resultados não ser ético, é contraproducente e ineficiente.

Aqui ainda cabe uma outra proposta de reflexão, que eu como planejadora não posso deixar de fazer: “Onde você quer chegar? O céu é o limite?! Com quem você quer chegar ao céu?!” É importante ter cuidado para, na pressa, não pegar a estrada que leva a um lugar bem calorento e cheio de tridentes!

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É bastante comum que algumas pessoas, embora talentosas e com as ferramentas necessárias para viver de forma coerente com seus propósitos, simplesmente, não se lancem aos seus desafios. Por qual razão isso aconteceria?

Ficam aqui algumas questões: O que te prende? O que te desafia? O que te liberta?

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A deliciosa música “Happy” (Feliz, em português) do norte-americano Pharrell Williams está fazendo sucesso na rede e ganhando adeptos ao redor do mundo. A proposta é ser feliz. O refrão da música aconselha:

“Bata palmas junto se você se sente em um quarto sem telhado
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que a felicidade é verdade
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sabe que a felicidade é para você
Porque estou feliz
Bata palmas junto se sente que é isso que você quer fazer”.

O título da música, a letra e a melodia fazem, de fato, com que as pessoas se conectem com a felicidade. E, por que não?! Muitas vezes parece que ser feliz é proibido, inapropriado, totalmente fora de propósito. O correto é, apenas, a seriedade e a introspecção. Imagine-se chegando feliz no trabalho, dando risada?! Prepare-se porque vão vir os olhares dos juízes de plantão! Quem mora em prédios, sabe que seus vizinhos não toleram as festas dos outros condôminos, mesmo quando realizadas em horários permitidos. Sem falar na intolerância a barulhos isolados e acidentais que ocorrem em horários proibidos (tais como os que ocorrem para famílias que têm crianças pequenas), mas esse assunto daria um outro post sobre educação, generosidade e empatia. É perceptível que sentimentos de negatividade (intolerância, inveja, etc.) afastam as pessoas e sentimentos de positividade (alegria, generosidade, etc.) aproximam. No fundo no fundo, todos querem ser felizes! Se pararmos para pensar nessas mesmas situações acontecendo no trabalho ou em casa e pensarmos profundamente sobre os chamados “juízes de plantão”, vamos perceber que eles são tão solitários quanto os vizinhos implicantes, porque não estão se permitindo viver e compartilhar a alegria, a festa.

Então, o que fazer?! Assista o vídeo da música e tenho certeza, vários insights irão surgir… junto com um sorriso nos seus lábios!

Post em homenagem a minha coachee que acaba de ser aprovada para o Mestrado em Harvard. Desejo que a felicidade de agora se perpetue, apesar de qualquer dificuldade.

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Hoje é mais um Dia Internacional da Mulher, mas é importante que não seja “mais um”. É essencial que, realmente, voltemos o nosso olhar para a importância de se promover a equidade de gênero para que a mulher seja valorizada por seu papel no ambiente doméstico, rural, social, corporativo, etc.etc.etc, porque sabemos que as mulheres estão atuando nos mais diferentes lugares e postos.

Vamos celebrar às inúmeras conquistas; lembrá-las para que, assim, novas mulheres sintam-se empoderadas em seu desenvolvimento e auto-estima. Costumo atuar com o público feminino por meio do coaching e das minhas palestras. Anos atrás, participei de um projeto da Business Professional Women (BPW) em parceria com o Instituto Agilità, e tive oportunidade de visitar várias cidades-satélites do Distrito Federal. As mulheres, independente do local de suas moradias, careciam não somente de técnicas, mas de encorajamento, de apoio, de formar redes.

As próprias mulheres devem entender que algumas de suas posturas estão equivocadas, tais como a vulgaridade no trabalho para conseguir avanços na carreira; a falta de respeito e excesso de competividade com pessoas do mesmo sexo e o abuso de poder contra o sexo oposto; o seu próprio machismo. A falta de equilíbrio em várias de suas decisões e a ansiedade corroem os ambientes. No entanto, nota-se que é exatamente por meio da sensibilidade, dedicação, persistência, coragem e amorosidade, normalmente, comuns entre as mulheres que muitas estão alcançando novas e profundas conquistas.

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No mês de março, acontecerão cursos de extensão em Cooperação Internacional, na modalidade virtual, para quem quer aprimorar conhecimentos e interagir com pessoas ao redor do mundo.

Veja as opções:

O Centro Internacional de Estudios Interdisciplinarios – CIESI.org oferece o curso “Diplomado internacional on line: Experto en Cooperación Internacional al Desarrollo“. Maiores informações no link: http://www.ciesi.org/portal/index.php/eje-tematico/cooperacion-internacional-al-desarrollo/diplomado-internacional-on-line-experto-en-cooperacion-internacional-al-desarrollo

A Universidad Complutense de Madrid e o Instituto Universitario de Desarrollo y Cooperación (IUDC-UCM) oferecem o curso “Diploma en Cooperación Sur-Sur y triangular en América Latina”. Maiores informações no link:http://www.ucm.es/data/cont/media/www/39977/PRESENTACI%C3%93N_DCSS_2014.pdf

Além das ofertas acima, a Universidade Católica de Brasília Virtual oferece o curso de “Cooperação Técnica Internacional”, com duração de 60 horas. Maiores informações: http://www.catolicavirtual.br/index.php/cursos-ead-graduacao-pos-extensao/cooperacao-tecnica-internacional/.

Caso você tenha informação de outros cursos, apresente seus comentários abaixo.

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Acostumados ao padrão sala de aula, quadro-negro, professor e aluno, nem sempre nos atentamos às diferentes formas de aprendizagem. Além da evolução tecnológica que gerou amplas possibilidades de estudo por meio de computadores, tablets, jogos interativos; pode-se continuar aprendendendo a partir de livros técnicos e enciclopédias, mas também lendo bibliografias, contos e fábulas, utilizando brinquedos como Lego e Playmobil e, inclusive, através da prática e do bom exemplo.

É interessante observar que podemos expandir nosso conhecimento a partir de pessoas mais jovens e com menor formação acadêmica e vivência profissional. Podemos crescer, inclusive, com nossos acertos e erros passados e desenvolver habilidades a partir do contato com uma nova tecnologia, com a natureza, com os desafios e com as oportunidades. Abrir-se para novas formas de aprendizado é fundamental para continuar aprendendo.

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Conseguir um cargo de chefia parece algo bastante desafiador, entretanto minha experiência atuando como coach de diversos gerentes, diretores e presidentes de empresas mostra que o grande desafio está em permanecer no novo cargo.

Nem sempre as competências técnicas ou até mesmo as indicações políticas são suficientes para transformar um gerente em um profissional respeitado e acreditado por sua equipe.

Hoje em dia, não basta aparentar confiança, os profissionais estão atentos ao comportamento de seus superiores e querem reciprocidade nas relações. Bons gestores precisam ser sensíveis aos anseios de sua equipe, sendo capazes de observar quando o time precisa de maiores informações ou de uma conversa inspiradora com a chefia. A abertura para o diálogo gera oportunidade de conhecer, de maneira mais aprofundada, o trabalho que cada indivíduo está desenvolvendo, suas contribuições mais efetivas, ideias e pontos de vista.

A postura que se espera de um “chefe” é de respeito às ideias, ao estilo e ritmo de trabalho de cada um; enquanto sabe promover a sinergia do grupo.

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Tenho escutado vários relatos de profissionais que, embora atuem de forma autônoma em seus trabalhos, gostam de poder contar com o direcionamento da chefia, sempre que necessário. No entanto, ao buscarem orientação queixam-se por encontrarem um estilo autoritário ou laissez-faire.

A sensação de estar trabalhando sem um propósito compartilhado gera incômodo e desmotivação, entre vários dos meus coachees. Segundo eles, a situação se agrava porque os próprios chefes também não recebem uma direção clara de seus superiores, fazendo com que o sentimento de frustração, nesse aspecto, ocorra em cascata.

Cada vez mais, executivos atentos às necessidades de sua equipe, buscam no coaching não uma nova carreira, mas a oportunidade para rever a si mesmo, questionar suas próprias ações e buscar habilidades para elevar tanto o seu desempenho e satisfação como para ampliar os ganhos do time.

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O seu estilo de liderança pode interferir no comportamento dos integrantes da sua equipe, tornando-os mais colaborativos ou competitivos entre eles e até com você, que está na chefia, portanto fique atento à sua condução.

Teste:
1) Como você planeja reuniões?

a) Prefiro realizar reuniões individuais com cada membro da equipe.
b) Prefiro realizar reuniões com a equipe e permitir que cada participante dê sua a contribuição, assim dá mais transparência ao trabalho e favorece a integração.
c) Nunca faço reuniões, pois acho uma total perda de tempo.
d) Na minha opinião, cada um deve saber exatamente o que tem a fazer. Em reuniões, ajo como ouvinte.
e) Faço reunião com todos os participantes, mas de forma virtual. Uso muitos recursos tecnológicos.

2) Após conversar com um membro da equipe e solicitar seu empenho para realização de uma tarefa, como você atua?

a) Agora é com ele. Minha parte eu já fiz!
b) Encorajo-o a me procurar se houver necessidade, mas permito que ele tenha autonomia na atuação do trabalho.
c) Estou sempre de olho se ele está avançando, controlo seu tempo de almoço, entrada e saída de expediente e se ele está de bate-papo no café.
d) Estipulo prazos, pontos de controle e atuo como um verdadeiro gerente de projetos.
e) Passo a tarefa para ele e mais outros colegas. Vamos ver quem entrega primeiro!

3) Após repassar o trabalho para uma de suas equipes de trabalho, como você atua?

a) Agora é com eles. Minha parte eu já fiz!
b) Permito que o grupo tenha tempo para um bom debate interno e oriento-os, conjuntamente, na distribuição das tarefas, já que conheço bem o perfil de cada um. Organizamos alguns pontos de controle para que possamos coordenar bem o andamento do trabalho, mas me coloco sempre à disposição para orientá-los.
c) Elejo entre eles um coordenador e mantenho contato somente com essa pessoa para acompanhar o processo, assim evito maiores problemas.
d) Estipulo prazos, pontos de controle e atuo como um verdadeiro gerente de projetos.
e) Passar tarefa para eles? De jeito nenhum! Arregaçamos as mangas e fazemos todos juntos.

Resposta no final? Nada disso, reflita e observe o que poderia fazer diferente. Se quiser, compartilhe comigo sua resposta.

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