Promoção: Você ainda se lembra do que te fazia feliz quando criança?

A agitação diária muitas vezes impede os pais de perceber que os pequenos não podem compreendê-los da mesma maneira que os adultos podem perceber suas angústias e necessidades, pois também já foram crianças um dia.

A infância parece distante, mas brincar com os filhos pode nos conectar com nossa criança interior, curar feridas e gerar alegria para eles e para si mesmo.

Então, vem a pergunta: Você ainda se lembra do que te fazia feliz quando criança?

Experimente refletir por alguns minutos e, se possível escreva ou desenhe com lápis coloridos.

Se quiser compartilhar sua resposta comigo será um prazer aprender com sua experiência. Além disso, os comentários mais votados, ganham uma sessão de coaching via skype. Aproveite! A promoção dura até o final de outubro.[photopress:BaloonGirl.gif,resized,alignleft]

Um comentário sobre “Promoção: Você ainda se lembra do que te fazia feliz quando criança?

  • Olá Adriana, tudo bem?

    Que legal essa Promoção! Não sei ao certo a motivação da iniciativa, mas certamente deve estar relacionado ao estudo comportamental das pessoas, estou certo? Talvez não, né? rs

    VAmos lá!

    Outro dia comentava com alguns colegas aqui no trabalho e ao chegar em casa relembrei com minha esposa, quão felizes nós fomos. Como ser criança foi importante e bom.

    Minhas filhas de 13 e 12 anos não sabem o que é brincar na rua. Elas não tem o menor interesse nisso, tão pouco em brincadeiras que antes eram o motivo de ficarmos horas sem voltar em casa.

    Pique bandeira, “bete”, ping voley, cobra cega, “botão”, biloca, corrida de tampinha, elástico, brincadeiras que envolviam todas as crianças da rua, comunidade, enfim, do local onde morávamos.

    Comíamos bem menos porcarias, corríamos o dia todo, voltávamos para casa suados e sujos. A malícia existia, mas demorava mais tempo para chegar. Gostávamos mesmo é de brincar na rua até anoitecer!

    Hoje minhas filhas só conversam pelo MSN e Orkut, nem jogos de tabuleiro elas se interessam. Meninos, música e roupas é tudo que comentam. As fases estão sendo puladas. Temo que elas passem por uma das melhores fases da vida, sem grandes lembranças.

    Acho que este é um excelente exemplo que demonstra:
    Evolução e modernidade nem sempre é sinônimo de vida mais feliz!

    Um abraço

  • Eu queria escrever em português, mas hoje è quase meia noite è então prefiro o meu idioma.
    Peço desculpa com todas as pessoas que não entendem o italiano.

    Sono molte le cose che ricordo della mia infanzia, perché le ho vissute intensamente e anche perché i miei genitori mi hanno permesso di vivere spensieratamente.
    Avevo quattro anni quando vivevo in un villino a sud di Roma con un piccolo ma grazioso giardino. In fondo c’era un albero di fico immenso, che con le sue fronde creava un’oasi di pace. Quello era il mio posto preferito dove andavo a giocare con il mio amichetto che viveva nel villino accanto. Nonostante l’età ricordo ancora la mia felicità quando papà raccoglieva dall’albero quei frutti succosi che mangiavamo con avidità imbrattandoci tutti i vestiti. Restavamo con le mani appiccicose per molto tempo ancora, prima di andarcele a lavare. Andare in cucina la mattina presto il 6 gennaio e trovare accanto al camino acceso i regali della Befana mi riempiva il cuore di gioia. La magia dell’attesa è ancora viva nei miei pensieri all’età di 63 anni. Un giorno trovai una “corriera” ( cioè un pulman ) di una bellezza straordinaria. Si accendevano i fari, le ruote sterzavano girando il volante e togliendo il tetto si potevano osservare i dettagli degli interni. Ma la mia più grande felicità era quando mio padre e mia madre mi portavano ai giardinetti per insegnarmi ad andare in bicicletta. Quanti ruzzoloni ho fatto prima di imparare. Stare in famiglia tutti insieme, anche senza parlare, ascoltando la musica alla radio mentre papà leggeva il giornale e mamma stirava era per me una gioia immensa. Mi ricordo una volta, all’età di circa 10 anni, nel nuovo condominio dove eravamo andati ad abitare, che mamma si mise a piangere per una frase che io le dissi con il cuore pieno di gioia: “mamma, non importa che tu stia in un’altra stanza a riposare mentre io studio nell’altra. Il solo fatto che tu stia a casa con me mi rende felice”.
    Non posso descrivere tutti gli altri momenti, perché sono veramente tanti. Penso che questi ricordi siano rappresentativi anche per tutti gli altri.

    Um forte abraço
    Daniele

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