Ainda é mês da mulher!

Tenho participado em vários eventos neste mês da mulher. Em alguns tenho a honra de escutar mulheres admiráveis, em outros tenho a felicidade de falar para mulheres encantadoras, dinâmicas, em busca de equilibrar-se entre vida pessoal e profissional e continuar em cima do salto. Tarefa difícil para muitas.

Certamente não foi por acaso que Heroínas: como compartilhar vida pessoal e profissional teve excelente adesão, apesar de ter acontecido em dias de semana à noite, quando inúmeras guerreiras estão colocando seus filhos para dormir, organizando o jantar, lavando a roupa e a louça, passando uniforme ou até mesmo dando aulas, finalizando relatórios, terminando o trabalho em casa; depois de um dia corrido no trabalho profissional ou doméstico.

Para as mulheres a gestão do tempo é um dos maiores desafios. No entanto, suas maiores inquietudes partem da falta de apoio ou reconhecimento de suas inúmeras ações construtivas e de comportamentos que ultrapassam a competitividade sadia e adentram a imoralidade.

Pesquisas apontam que a mulher passa por dificuldades no ambiente corporativo, porque apesar de ter desenvolvido várias competências técnicas ou até mesmo de liderança, ela não recebe suficiente incentivo emocional ou reconhecimento; tem dificuldade em fazer marketing pessoal e participar em jogos políticos; pode ser assertiva, mas geralmente não é rude; seus pontos fortes tornam-se ameaças para seu desenvolvimento.

Os homens normalmente têm uma postura arrogante e competitiva quando uma mulher assume o comando e as mulheres nem sempre são apoiadoras e conciliadoras com aquela que consegue galgar um posto superior. Forma-se um jogo e a mulher é criticada quando comete erros, mas não é elogiada quando acerta; sem falar em boicotes e artimanhas sórdidas, para denegrir corpo e alma da mulher quando galga posições de destaque.

Felizmente todos os relatos que ouvi no mês da mulher, por mais tristes que tenham sido, tiveram um bom desfecho; afinal assim como nos reality shows, como BBB, Aprendiz, The Apprentice, entre outros, a platéia percebe o caráter de quem quer construir uma equipe forte e quem quer se fortalecer às custas da equipe.

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