Inovação e Gestão de Pessoas

Fala-se sempre que a escolaridade e qualidade do ensino são os dois fatores essenciais da inovação, mas falta acrescentar questões relacionadas ao comportamento dos profissionais inseridos na organização e como, eles mesmos, trabalham suas competências para se tornarem profissionais capazes de assimiliar as novidades globais e realizar avanços.

Pesquisas realizadas em Minesota, indicam dentre os fatores pessoais a serem avaliados: poder de decisão; liderança; competência individual e alocação de tempo.

Pessoas que se apropriam do trabalho dos outros e apresentam ao chefe como se fosse delas, jamais terão oportunidade de se tornarem profissionais inovadores e cheios de iniciativa.

Frente às transações internas, os fatores avaliados são: padronização de procedimentos, pressão da carga de trabalho, frequência da comunicação, frequência de conflitos e seus métodos de solução.

Dirigentes desatentos à rotina de trabalho, às qualificações técnicas de seus profissionais e com dificuldade de interação acabam por dificultar o processo ao invés de disseminar as iniciativas e práticas inovadoras.

Para construir inovação, não basta acomodar as estruturas físicas, é preciso atuar alinhado com mudanças nos modelos tradicionais de gestão de pessoas.

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