Relação de parceria no contexto familiar

Vários homens já entenderam que o marido dos tempos modernos não é mais aquele que chega em casa e senta no sofá para esperar que a esposa lhe sirva cerveja e petiscos, enquanto ele assiste ao futebol. Hoje em dia a palavra para definir os relacionamentos que dão certo se chama PARCERIA.

Se você atuar como parceiro saberá escutar atentamente as necessidades da sua esposa e filhos, além das suas, e aprender algo importante: dividir. Dividir melhor seu tempo entre trabalho e vida familiar; dividir melhor seu tempo entre entretenimento individual, em família e com essa pessoa tão maravilhosa com quem você já sabe conversar, partilhar, negociar com transparência e senso de justiça.

Hoje em dia na disputa por Olívia, certamente, não é mais o Brutus quem ganha, mas o Marinheiro Popeye com suas tentativas honestas de conquista.

Esqueça a figura de Amélia (que era mulher de verdade), aprenda a partilhar e ser companheiro, e ganhará uma relação mais feliz. Com certeza, os brindes, os momentos românticos e a conquista justa do seu próprio espaço pessoal virá também, afinal estamos falando sobre dar e receber a contrapartida.

Após assistir um pouco do video abaixo e dar boas risadas, lembre-se de refletir sobre as questões abaixo.

Então, na sua casa é possível a vida em parceria? Há margem para negociação? Existe um diálogo transparente? A divisão de tarefas e as folgas são combinadas?

2 comentários sobre “Relação de parceria no contexto familiar

  • Adoooreiii o texto e o desenho!!
    Concordo totalmente que hoje em dia, nós mulheres, buscamos parceiros que complementem nossas vidas e somem no nosso dia-a-dia!
    =]

  • Scusate se scrivo in italiano, ma la mancanza di esercizio nella vostra bella lingua mi suggerisce di farlo. È da molto tempo ormai che non commento più il tuo stupendo Blog Adriana, ma ti assicuro che lo seguo sempre. L’argomento in questione è estremamente delicato per passare inosservato. Gli uomini per molto tempo hanno preteso dalle donne, dalle mogli, di essere serviti e riveriti e questa tendenza è dura a morire. La cultura e la tradizione maschilista hanno impedito una serena autocritica e un cambiamento adeguati. Tuttavia le cose stanno migliorando e sempre più uomini partecipano alle attività familiari grazie anche al fatto che sempre più donne hanno un lavoro e che quindi non è solo l’uomo a portare i “soldi” casa. Quindi più che un cambiamento culturale credo sia una necessità. Ma che importa, quello che conta è che ormai la divisione dei compiti sia vissuta come un modo per volersi bene e dimostrarlo con i fatti anche nelle piccole mansioni quotidiane. Purtroppo c’è ancora molta strada da fare, ma piano piano sono convinto che la situazione migliorerà. La vostra lotta ha portato buoni frutti per la società di tutto il mondo. Continuate così.

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