Como o Coaching Transcultural pode ajudar um candidato a ser bem-sucedido na busca de emprego.

Algumas pessoas, quando perdem o emprego, espalham entre os amigos e familiares a notícia que estão desempregados. Outros procuram nas redes sociais, pedem depoimentos, indicações, enviam um currículo geral para os e-mails de conhecidos, e há ainda aqueles que se sentem envergonhados e até escondem de todos a nova situação.

Um processo estruturado começa com os candidatos, identificando suas habilidades e interesses, reconhecendo sua identidade profissional para, consistentemente, criar um perfil profissional e acompanhar as descrições das vagas que correspondem com seus interesses, competências e perfil. Depois de escolherem um emprego coerente, os candidatos escrevem ou adaptam seus currículos e elaboram ou adequam uma carta de apresentação para se inscreverem formalmente e, em seguida, solicitarem ou serem chamados para uma entrevista. Os candidatos a emprego, também, costumam participar de eventos de networking e se apresentar para muitas pessoas. Em uma entrevista formal de emprego, os candidatos, finalmente, apresentam suas habilidades para um futuro empregador.

Sabe-se que, no entanto, no desespero de conseguir renda, muitos profissionais não conseguem se preparar para esse processo e acabam se perdendo, ficando desempregados ou achando trabalhos provisórios e sem coerência com suas essências.

No Coaching Transcultural, os candidatos se (re)descobrem e o processo flui de maneira mais natural do que exclusivamente técnica. Os candidatos aprendem a falar deles mesmos, pois saem do piloto automático e conhecem suas habilidades, seu percurso profissional, o impacto do seu trabalho em diferentes momentos.

Envolve a compreensão dos seus valores, das suas potencialidades e, também, dos seus desafios. Trabalha-se os pontos fortes e o desenvolvimento das competências necessárias. Integra paixão e sensatez. Une o técnico com a poesia da vida. Ao final, uma das etapas mais difíceis, que, para muitos, é a entrevista, torna-se uma conversa franca, formal mas amigável, e o entrevistador percebe que não está diante de um candidato com falas prontas, mas alguém consciente do seu propósito. 

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