Quão cego você está para o que, realmente, importa?!

Quantos insights e reflexões podem surgir a partir de um curta-metragem?

O curta-metragem iraniano “The fish and I” (2014), escrito e dirigido por Babak Habibifar, inicia mostrando uma vida simples de um peixe; uma vida simples de um homem preparando um café; em um fogão simples de apenas duas bocas. No entanto, nos segundos seguintes percebemos que o protagonista tem uma condição especial e suas limitações, devido uma deficiência visual. Um evento externo, o toque de um telefone o distrai, e um acidente ocorre. Nas cenas seguintes, ele precisa lidar com o imprevisível, com riscos (de se cortar, de perder alguém); com suas próprias limitações físicas, o desejo de reverter a situação, o desespero em fazer o necessário em tempo. Quando parece que ele perdeu as esperanças, ele reecontra a paz.

O filme é tocante e emociona, pois mostra a realidade de uma pessoa com uma deficiência visual, e o quanto o simples ato de enxergar torna a vida mais simples e fácil. Além disso, ele sugere reflexões sobre o nosso cotidiano e aquilo que realmente importa.

  • Quem você gostaria de poupar de sofrimentos desnecessários?
  • Por quem você correria riscos, até mesmo físicos, para salvar essa pessoa dos perigos?
  • Quem tem real importância na sua vida?
  • Quanto é importante para você resgatar o que faz sentido?
  • Quanto o desejo de atender o ambiente externo impacta na sua paz?
  • Quais estratégias você usa para viver em harmonia, diante dos seus desafios diários e extraordinários?
  • Quão conectado você está com quem realmente importa na sua vida para trazê-la de volta, se necessário for?
  • Como você se sente ao restabelecer a paz?
  • Quão cego você está para o quê, realmente, importa?

Uma cliente de Coaching Executivo contou-me, anos atrás, que para socorrer uma pessoa, ela chegou atrasada no emprego. No local tinha um relógio de ponto que registrou o seu atraso. Ao entrar no seu departamento, os colegas a olharam com desprezo e o chefe apontou para o relógio em seu pulso. Ninguém, absolutamente ninguém, importou-se com o que havia ocorrido em seu trajeto até ali.

Será que estamos sabendo atuar com humanidade em nossas vidas ou em nossas organizações?

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